“Ele sai de casa correndo, olha seu relógio e vê que está muito atrasado, a essa altura se passar um jegue trotando ele monta e sai à velocidade da luz (ou do jegue, se a primeira opção não for possível). Consegue entrar em um ônibus, mas como nada é fácil ele estava lotado, com pessoas saindo quase que pelas janelas, mas sem escolha pensa ‘É esse mesmo!’. Enfrenta empurrões, pisadas, cotoveladas e o pior, um ‘tio’ gordo todo suado roncando perto dele, até que o ônibus estraga sem chegar sequer a metade do trajeto. Ele desce apressado e decide enfrentar a ‘selva e seus animais’. Sai correndo, atravessa ruas desviando de motoristas loucos e motoboys apressados, pula buracos (e alguns anões) e se esquiva de pessoas. Corre ao subir alguns morros (e se preciso até desce rolando em outros). Depois de toda essa batalha, chega ao seu destino todo suado, sujo, cansado e muito ofegante. Toca a campainha e é atendido por uma menina linda, sua namorada, que ao vê-lo sorri para ele. Ao ver esse sorriso lembra-se de tudo que aconteceu com ele até sua chegada, concluindo que tudo valeu à pena!!”
sábado, 4 de dezembro de 2010
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'' Ela fica em casa..olhando o relógio, impaciente. Será que aconteceu alguma coisa?! Pq ele tá demorando?! Ela pensa consigo mesma. Vai ao quarto, troca de roupa. Não, não ficou bom. Troca mais uma vez..Olha no relógio denovo. O coração acelera...nem cinco minutos se passaram. Droga, ele não chega nunca. Preciso fazer alguma coisa! Liga o som, vai pra cozinha. Ahm..sanduiches. Ele adora sanduiches..e o tempo passa...derrepente, a campainha toca! O coração dispara, parece que vai sair do peito. Quando abre a porta, ele . Seus olhos brilham, suas pernas ficam bambas e seu sorriso não poderia ser maior. E a espera?! Ela nem se lembra dos minutos de angústia da espera. Ele tá ali, e isso é o que importa. E agora o que ela quer é aproveitar o tempo com ele..e os minutos que não passavam, agora vão voar.E toda a espera vai acontecer no outro dia...e no outro...e no outro..mas não existe melhor angústia, do que a de espera-lo. Ela é a certeza de que ele está vindo. E a felicidade de vê-lo vale por qualquer coisa. '' Amo você, Luiz Augusto!
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